BTS – The Wings Tour no Brasil

Depois de quase um mês sem aparecer por aqui, cá estou eu para falar de um dos motivos da ausência. O primeiro é a falta de tempo, e o segundo é a ansiedade que eu estava para o show do BTS. E hoje eu vim aqui falar de toda a minha experiência do meu primeiro show, desde a compra dos ingressos até o grande dia! Vai ser um post longo, bem textão mesmo, mas quero registrar aqui tudo sobre essa experiência. Vou dividir em tópicos para facilitar a leitura. Para quem não conhece o grupo, já fiz um post com música deles por aqui e quem quiser saber mais clique aqui para ver essa pesquisa do google ;) Bem, vamos, lá?

O anúncio do show
O show foi anunciado no dia 19 de novembro de 2016. Eles já tinham vindo para o Brasil outras duas vezes, em 2014 e 2015, e eu não fui em nenhum dos dois shows. No primeiro eu estava casando (e confesso que não era muito fã deles ainda) e no segundo eu estava desempregada (já era mais fã). Em 2016 eu comecei a me preparar para caso eles resolvessem aparecer naquele ano, mas isso não aconteceu. Achei que eles tinham desistido de vir pra cá, pois não é muito comum os grupos voltarem muitas vezes ao Brasil, principalmente depois que eles ficam mais conhecidos e mais caros. Mas eis que eles anunciaram não só um show no Brasil, mais dois, dia 19 e 20 de março de 2017 e com soundcheck party. Lógico que eu pirei com a notícia.

O local do show e a venda de ingressos
Os ingressos iam ser vendidos pela Tickets for fun e o show seria no Citibank Hall em São Paulo. Eu achei que a venda dos ingressos ia até ser tranquila, concorrida, mas tranquila. Como eram dois dias de show em um lugar que cabe 7 mil pessoas dando o total de 14 mil, achei que ia ser super tranquilo e quem sabe até sobrar hahahaha Triste ilusão. Tinha muita gente para comprar os ingressos. Dizem que a fila online chegou a 30 mil, se levarmos em consideração que algumas pessoas tinham mais de um navegador aberto com a senha da fila (meu caso) vamos diminuir para umas 20 ou 25 mil pessoas tentando comprar o ingresso. Sem tirar os pontos físicos que tinham filas enormes. Tem site falando que 50 mil pessoas tentaram comprar ingressos, eu acho que nem tanto. Umas 30 mil eu acredito. Em fim, tinha gente para caramba querendo comprar os ingressos e muita gente ficou sem. Eu não sei se a produtora não fez uma boa pesquisa de público ou se ficou com medo de apostar mais ou se não tinha um lugar maior, não sei, só sei que muita gente ficou sem ingresso, o que gerou muita campanha na internet e tretas por aí.

Eu queria muito comprar camarote, ou pista premium ou platéia superior para o dia 19 de março, mas no dia foi impossível e acabei comprando pista comum para o dia 20. A minha sorte é que uma amiga foi comprar premium meia para duas amigas dela para o dia 19, mas já tinha acabado as meias, então ela comprou inteiras e essas amigas não tinha como pagar a pista premium inteira. Como a pista comum era praticamente a metade da pista premium, eu vendi meus ingressos para essas amigas e comprei os dela e no final todo mundo ficou feliz e eu consegui ir de premium no dia 19.

O soundcheck só foi vendido em janeiro. Eles anunciaram que a venda aconteceria ao meio dia e devido a um atraso de 10 minutos, consegui comprar o soundcheck super tranquilo e sem problemas, mas precisava ser retirado na bilheteria. Como não sou de São Paulo, eu só fui tirar no dia do show, mas daqui a pouco eu chego nisso.

A van, a espera e os problemas com o atendimento
Depois de comprar os ingressos, comecei a organizar uma van para o show. Como minha cidade é pequena e a venda dos ingressos foi aquela loucura, ficou meio dividido as pessoas aqui, indo metade no dia 19 e metade no dia 20, então tivemos que ir com pouca gente mesmo. Lógico que eu precisava de informações sobre a hora que iria abrir os portões para vans, preço do estacionamento e etc. E aí começaram os problemas. Entrei em contato com a Tickets for fun para tirar dúvidas e cada hora eu tinha uma resposta diferente. Ou eles não sabiam, ou para mim eles davam uma resposta e pros outros outra completamente diferente. Em fim, uma zona. Cada dia eu lia uma coisa diferente na internet sobre, cada dia eu recebia um email diferente sobre. Mas ok, como faltava uns 3 meses pro show, achei que eles só teriam respostas mais concretas quando estivesse mais perto. Triste ilusão. Duas semanas antes do show me disseram que o preço do estacionamento era R$50,00, mas como eu não especifiquei que era van, entrei em contato de novo para saber se o preço era diferente e aí eles me responderam que não sabiam porque o estacionamento era terceirizado, sendo que eles trabalham com o Citibank Hall a muito tempo. E ligar então? Não fui atendida uma única vez e cheguei a ficar mais de 5 minutos esperando um atendente e nada. E para ajudar, eu não sei o que aconteceu, mas eu parei de receber a resposta automática deles quando eu enviava email com o meu email do gmail e tive que começar a usar outros emails para conseguir um pouco de informação. Nas duas semanas antes do show eles não me responderam nem no Whatsac. Em fim, atendimento péssimo.

Quando eu comprei o soundcheck, eles informaram que íamos receber um email com as informações de como iria funcionar. Esse email chegou na semana do show e a única informação era que horas iria começar e em qual portão deveríamos de ir, no caso, era o portão B, atrás do Citibank, às 15h.

Confesso que fiquei bem decepcionada com eles por conta desse péssimo atendimento, já que são uma empresa grande e experiente, que já tinham feito outros shows no Citibank. Esperava um trabalho bem melhor. Não acho que seja culpa dos atendentes, acho que foi erro de comunicação, tanto interna quanto externa.

Mas mesmo com o atendimento ruim, achei que no dia ia ser tranquilo, já que uma amiga que já tinha ido em um show organizado por eles no Citibank disse que lá era super organizado. Mas vamos por partes, já chego lá.

O dia: a fila
Como tínhamos que tirar a entrada do soundcheck na bilheteria, decidimos sair a 1h da madrugada e chegamos lá por volta das 7h da manhã. A fila já estava sendo feita, pois tinha gente acampando lá há 3 meses, mas não estava sendo feita no portão principal, estava no portão B, onde era a entrada do soundcheck, o que eu achei estranho e fui até perguntar para pessoas do início e elas explicaram que a Tickets for fun tinha falado que a entrada seria no portão B. Ok, ficamos na fila e demos até sorte porque quando chegamos nem estava tão grande e em poucos minutos depois estava enorme. A única coisa ruim da fila era que só tinha por perto um restaurante aberto antes das 10 horas da manhã, tinha um banheiro só e estava lotado, né? Mas faz parte. Ah, e estava chuviscando em São Paulo, tempo nublado e frio, mas para isso eu já estava preparada com capa de chuva e tals. E os camelôs estavam super preparados com camisetas, bonés, máscaras e bandeiras.

Bem, quando deu meio dia, resolvemos ir na entrada principal para saber se tinha alguma informação sobre a bilheteria. Deixamos duas pessoas na fila e fomos do outro lado ver isso. Chegando lá, tinha uma fila pequena de pessoas que precisavam retirar ingressos e um moço foi no portão e disse que ele ia abrir a 13h para poder ir na bilheteria. Deu 12:30 e eles começaram a organizar as filas lá dentro no estacionamento, deixando as pessoas do outro portão entrar. Deu 13h e apareceu um outro moço falando que só ia entrar no portão da frente quem iria comprar ingressos pro Lollapalooza, quem era do show do BTS ia ter que entrar pelo outro lado para conseguir ir na bilheteria. Já consegue imaginar a correria, né? Por muita sorte, chegamos bem a tempo de entrar pelo portão B. Fomos para a fila do soundcheck e perguntei para um segurança se poderia ir para a bilheteria retirar o soundcheck, ele disse que depois que a fila do soundcheck fosse encaminhada eu poderia ir tranquila. Quando chegou um moço de camisa azul listrada (guardem isso), e começamos a andar para onde a fila do soundcheck estava, eu perguntei de novo e ele disse que eu ia ter sorte se conseguisse retirar e que quando voltasse eu teria que ir pro final da fila. Eu ainda vou falar muito mal desse moço gente, mas eu chego lá. Em fim, quando a nossa fila parou bonitinha onde deveria de ficar, deixamos duas pessoas na fila de novo e eu e mais duas amigas fomos para a bilheteria e um segurança instruiu a gente para retirar o soundcheck e foi super tranquilo. Voltamos para a fila felizes com o nosso soundcheck.

Antes de ir para o próximo tópico, preciso falar algumas coisas sobre a questão da fila. Gostei muito da forma como os funcionários do Citibank Hall organizaram a fila e fizeram todo mundo andar um atrás do outro, de mão dada em alguns casos, para ninguém furar fila nem nada. Achei nesse ponto muito organizado. Além disso, todos os seguranças que eu falei foram super educados, prestativos e simpáticos, tanto nesse momento da fila, como lá dentro. O único funcionário, que parece ser da Tickets for fun, que eu detestei foi esse moço de camisa azul listrada (tá mais para senhor do que moço), mas vou falar dele mais pra frente, só queria registrar aqui o elogio para os funcionários do Citibank Hall.

E mais um elogio as pessoas que estavam na fila. Pelo menos onde eu estava o povo foi super tranquilo. As meninas que estavam atrás da gente super entenderam os nossos vai e volta e foram umas fofas. Não cheguei a fazer amizade, mesmo trocando umas ideias, mas elas foram bem legais.

O dia: a fila do soundcheck
Bem, no email fomos instruídos a estar no portão B as 15h para o soundcheck, mas como a entrada foi por lá e a fila do soundcheck foi organizada antes, ficamos lá dentro esperando até as 15h. Deu 15h e nada. Como não sabíamos quando íamos entrar nem nada, ficamos na fila e não fomos no banheiro, deixando para ir quando fossemos entrar pro soundcheck. O tempo foi passando e nada. Aí o Rafa foi lá na frente dar uma olhada para ver o que estava acontecendo e o moço da camisa azul listrada estava lá, rodeado de mães e sendo um babaca mais uma vez, dando inúmeras desculpas para o fato do soundcheck ainda não ter começado, falando que não sabia quando iria acontecer, que tinha perdido a organização da fila (o que não fez nenhum sentido) e falando que a empresa, vulgo Bighit, não tinha liberado para o soundcheck ainda. O que eu acho que aconteceu na verdade é que a gente só ia entrada no soundcheck mais tarde mesmo já que a fila ia ser organizada às 15h, mas como no final aconteceu tudo antes, virou uma bagunça e uma zona. O problema, mais uma vez, foi a falta de comunicação e preparo para orientar as pessoas sobre isso. Não custava nada alguém ir lá na fila e explicar que a entrada ia ser perto das 16:30, para que assim as pessoas pudessem ir no banheiro ou algo assim. Mas não, não falaram nada e ainda ficaram dando respostas tortas. Esse moço da camisa azul listrada até riu na cara de uma mãe que disse que ia chamar a polícia. Não sei quem é esse moço, mas sério, é um péssimo profissional, totalmente despreparado.

Em fim, quando passou das 16:30 mais ou menos, começamos a entrar para o soundcheck e foi uma entrada tranquila. O problema foi o banheiro porque íamos em um banheiro, falavam que tinha que ir no outro, íamos no outro e mandávamos de volta pro que tínhamos indo antes. Resumindo, fomos para o soundcheck sem ir no banheiro mesmo. Como o soundcheck ia ser curto, deu para aguentar.

Detalhe importante sobre a fila. Num determinado momento, uma caneta começou a passar na fila para todo mundo escrever um número no braço para identificar o seu lugar na fila. No início eu não entendi porque, só sei que no meio do caminho a caneta sumiu. Mas guardem isso, daqui a pouco isso vai ser importante. Agora, vamos ao soundcheck ♥

O dia: finalmente o soundcheck
Todo mundo, independente de setor, ficou na pista premium para o soundcheck. Eu fiquei na grade de trás porque queria ver melhor e não morrer esmagada lá na frente e foi perfeito. Todo o meu cansaço do dia acabou quando eles apareceram para o soundcheck. Ver a alegria deles testando só umas 3 músicas, mas ainda assim falando com a gente foi muito legal e me valeu o dia. Sério, parecia que eu tinha injetado uma dose extra de alegria hahahaha Se eu tivesse que ir embora nesse momento, acho que nem ia ligar hahahaha Durou uns 20 minutos, mas foi maravilhoso. Os integrantes do BTS são uns fofos ♥ E eu fiquei impressionada com o segurança do soundcheck, um segurança coreano lindo que merecia ser debutado, que saiu pegando celulares de quem estava filmando e deletando os vídeos, pois no soundcheck não é permitido filmar.

O dia: depois do soundcheck
Quando acabou o soundcheck, tivemos todos que sair, até quem era da pista premium e ai começou a zona. Eles tentaram fazer uma fila para cada setor para todo mundo entrar de novo, mas quem era pista premium e pista comum começou a tretar porque estava lá desde as 6 horas da manhã (ou até mais) e tinha gente furando a fila e tals. Depois de muita conversa, grito e etc, começaram a organizar a fila do premium e da pista comum a partir dos números que as pessoas tinham escrito nos pulsos na fila do soundcheck (falei ali em cima). Mas até isso começar a acontecer, já era quase 18:30, a hora que ia abrir para as outras pessoas que não tinham soundcheck poderem entrar. Esqueci de comentar isso antes, mas quem tinha o soundcheck entrava antes de todo mundo.

Como eu não estava interessada em estar lá na frente da pista premium morrendo esmagada na grade, eu aproveitei toda essa zona para ir no banheiro, comer alguma coisa e aproveitar para ir no ambulatório deles tomar um remédio para dor de cabeça. Aí vem mais um elogio para o Citibankl Hall. O médico do ambulatório estava preocupado se eu tinha comido e eu fui super bem atendida. Os produtos dentro do Citibank Hall não são tão caros quanto eu achava que seria e tivemos um pequeno problema de cabelo em um pão de queijo do baldinho de pão de queijo, mas eles deram um outro baldinho para gente de graça.

O único problema do soundcheck mesmo foi o depois em relação a fila, acho que eles não estavam preparados para isso, mas conseguiram resolver. Demorou, mas no final deu tudo certo.

O dia: o show
O grande momento ♥ Assim como no soundcheck eu resolvi ficar para trás na pista premium, mas no final eu acabei no meio. Tinha muita gente, mas muita gente mesmo. Me falaram que sempre fica mais vazio atrás, mas não ficou nem um pouco vazio. Eu achei o espaço da pista premium maior do que o da pista comum, e estava lotado. Eu acabei indo mais pra frente porque eu estava tentando fugir de pessoas altas já que eu sou nanica, e toda vez que alguém saía da minha frente, eu ia pra frente para ninguém alto tampar a minha visão xD Cheguei a conclusão que preciso comprar um sapato com salto plataforma XD Muita gente filmou durante o show, o que é um pouco chato, mas é menos chato do que gente que subiu nas costas de outra pessoa, ou pais que pegaram os filhos no colo para ver o show. Achei super chato, mas vou fazer o que, né? Não é todo mundo que tem educação e pensa nos outros. Por sorte tem telão nas laterais e dá para ver eles super de boa e de qualquer lugar. Não consegui ver eles o tempo todo durante todas as músicas pois tinha muitos braços levantados, mas consegui ver bem, principalmente erguendo o pé (mais um motivo pro salto plataforma) e quando não conseguia eu via no telão ou no celular de quem estivesse na minha frente xD

Antes do show, tinham muitos projetos para fazer durante, de coreografia com as mãos, fanchants e etc. Nem todos deram muito certo, mas os que deram e os que aconteceram lá, do nada, sem planejamento, foram lindos de mais, e eles se emocionaram com isso em várias músicas e no final, na despedida, eles choraram, o que foi muito fofo. Eles falaram em português e inglês várias vezes e foram uns fofos. Deu para ver que eles ficaram muito felizes com a animação dos fans. E para vocês verem como a gente estava animado, antes do show começar eles ficaram passando mvs no nos telões e todo mundo começou a cantar as músicas e o Rafa gravou esse vídeo de todo mundo cantando a Spring Day ♥ Nesse vídeo já tinha terminado de entrar todo mundo e o show começou logo depois que acabou o vídeo.

Considerações finais
Quando eu estava na fila do soundcheck eu fiquei pensando que eu nunca mais iria querer fazer isso na vida. Tanta canseira e dinheiro gasto por gente que nem sabe que eu existo. Mas depois que eu vi eles no soundcheck e depois do show eu cheguei a conclusão que passaria por tudo de novo. Valeu muito a pena, muito mesmo. Foi meu primeiro show e foi maravilhoso. Os integrantes do BTS sempre falam em entrevistas nos programas coreanos, que os shows mais memoráveis deles são os do Brasil e eu entendi porque. Cantamos todas as músicas, gritamos o nome de todos em vários momentos, coro de “eu te amo”, coreografia com os braços, projetos com faixas, foi lindo. Como publicitária, eu sei que muito das coisas que eles fazem são meio que ensaiadas, que as frases em português ou foram decoradas antes ou estavam sendo ditas para eles, mas em muitos momentos deu para ver que a felicidade e a animação deles não era ensaiada nem nada. Eram sorrisos sinceros e isso valeu por tudo. Terminei o show mais apaixonada do que quando eu entrei. Eu não filmei, nem tirei fotos durante o show porque quis aproveitar ao máximo o momento, as fotos que estão no post foi o Rafa que tirou.

Agora, sobre a Tickets for fun, eu fiquei muito decepcionada mesmo. Esperava um trabalho melhor. Trocando ideia com pessoas do show do Super Junior em 2013 também organizado por eles, parece que foi mais organizado e com menos problemas. Não sei o que fez o serviço ser do jeito que foi, tão desorganizado e com falta de comunicação externa e interna, mas esperava mais de uma empresa tão grande e tão experiente. E fico triste por saber que existem eventos, eventos até caros, acontecendo no Brasil e nessa zona. Pelo preço que pagamos, acho que tinha que ser mais organizado. O kpop no Brasil está crescendo cada vez mais, mas são poucas as produtoras grandes que veem isso e que tem condições de trazer grupos maiores. Fiquei muito feliz da Tickets for fun trazer o BTS e espero que continue trazendo, mas seria bom que se preparassem melhor. Não só pros shows de kpop, mas para outros shows também. Só espero que eles não desistam. Errar faz parte, todo mundo erra e é com os erros que melhoramos. Espero que eles cresçam com tudo o que aconteceu, melhorem o trabalho deles e continuem trazendo mais shows de kpop.

E sobre o Citibank Hall, fica aqui mais uma vez o meu elogio para os funcionários que foram ótimos. Acho que em alguns momentos eles estavam meio perdidos, mas não por culpa deles, mas sim por culpa da produtora que estava perdida e não passou as informações direito para eles.

Só sei que independente de tudo o que aconteceu, eu quero ir em mais shows, mal posso esperar pelo próximo e espero muito que o BTS volte sempre, quem sabe em um show maior, com um palco com passarelas e tals. Afirmo de novo, o kpop está crescendo muito no Brasil, esse ano mesmo vai ter mais shows por aqui de grupos menores por enquanto, e espero que continue crescendo. Hoje tem o segundo e último show do BTS dessa turnê no Brasil e espero que ocorra tudo bem, com uma organização melhor. Espero que os erros de ontem sejam os acertos de hoje e que o show de hoje seja tão lindo e especial como o de ontem.

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W – Two Worlds

W - Two Worlds

É possível viver no mesmo lugar, no mesmo período de tempo, mas em uma dimensão completamente diferente? Oh Yeon Joo (Han Hyo-Joo) é uma residente de cirurgia cardiotorácica do segundo ano. Seu pai, um famoso artista dos quadrinhos, desaparece subitamente um dia e, logo depois, a própria Yeon Joo é sequestrada por um homem estranho, coberto de sangue, e levada para outra dimensão. Kang Chul (Lee Jong Suk) é um medalhista de ouro olímpico em tiro esportivo e um empreendedor milionário. Como será que seu mundo se interligará com a outra dimensão de Yeon Joo? Será Kang Chul a única pessoa que poderá ajudar Yeon Joo a escapar do universo paralelo? “W” é uma série dramática sul-coreana dirigida por Jung Dae Yoon e lançada em 2016.
Sinopse por Viki

Outro drama para se sentir órfã quando acabar. Inicialmente eu achei a história meio boba, mas o drama é uma tufão de reviravoltas. Quando você acha que acabou em final feliz, acontece alguma coisa e muda todo o rumo da história. E aí você pensa que em algum momento vai virar bagunça, o roteiro vai se perder e vai estragar tudo e isso não acontece. Nada se explica, de como a Oh Yeon Joo foi parar no mundo do Kang Chul, mas isso não é um problema, acontece tanta coisa que você até esquece de pensar nisso.

O elenco desse drama é incrível, principalmente o ator Kim Eui-sung, que faz o pai da Oh Yeon Joo e criado do mundo do Kang Chul. Mas, o que eu mais gostei no elenco foi a química entre Han Hyo-Joo (Oh Yeon Joo) e o Lee Jong Suk (Kang Chul). Os dois juntos é muito fofo e faz você se apaixonar pelos personagens e pelo romance dos dois.

Agora, uma coisa que eu amei no drama foi os beijos. Normalmente dramas não tem muitos beijos durante a história, mas esse teve beijo pra caramba, de beijinho e a beijão. Amei! não tive que esperar até o final pra rolar uns beijinhos, rolou desde o início.

Para finalizar, a trilha sonora é uma gracinha e vou deixar aqui a música com trailer do drama para vocês ♥

Resumindo, o drama é maravilhoso e merece muito ser assistido ♥ Virou mais um dos meus preferidos hahahaha Para quem quiser assistir, tem no Viki.

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Livro Sra. Poe

Livro Sra. Poe

Um escritor e seus demônios, uma mulher e seus desejos, uma esposa e sua vingança.
1845: O Corvo, de Edgar Allan Poe, alcança os padrões de perfeição literária e está no auge da moda – sucesso com o qual uma poetisa esforçada como Frances Osgood só pode sonhar. Apesar de não ser grande fã dos escritos de Poe, ela vê com entusiasmo a chance de conhecê-lo e, em um sarau literário, fica atraída por sua magnética presença – e pela surpreendente revelação de que ele admira o seu trabalho. Flerte e sedução culminam em um romance proibido. Mas quando a frágil mulher de Edgar insiste em se tornar amiga de Frances, o relacionamento se torna tão ambíguo e tortuoso quanto um dos contos de Poe. Inspirado na vida e na escrita de Poe e Osgood, e baseado em autênticos detalhes históricos, Sra. Poe é uma história de tragédia e perda envolta em uma aura de paixão e vitalidade.
Sinopse do Skoob

Recebi esse livro da editora Bertrand Brasil no ano passado, mas só consegui lê-lo esse ano. Confesso que não estava muito animada em começá-lo, mesmo tendo essa capa linda. Não sou muito fã do Poe e também não gosto muito de histórias com amantes e tals, então não estava intrigada. Porém, o livro me surpreendeu. Com uma leitura gostosa, a narrativa me deixou curiosa boa parte do livro, ansiosa para que acontecesse alguma coisa. Digamos que até um pouco mais da metade do livro, a história fica só no climão, demorando muito para alguma coisa acontecer, e quando finalmente acontece, é bem bleh. Mas justamente essa parte do climão é que faz o livro ser bom. Uma pena o fim ser tão direto e rápido, até mesmo meio mal resolvido, como se tivesse sido acabado as pressas.

Eu fiquei o tempo todo me perguntando se era baseado em fatos reais ou não, mas parece que foram mesmo. Lógico que com uma dose de liberdade da autora, já que muitos fatos não são comprovados. Agora, uma coisa que parece que foi real, mas eu não consegui ser convencida disso, é que parece que o Poe atraía muito as mulheres da época. Em nenhum momento no livro eu senti que ele era bonito ou conquistador. Eu pelo menos não fiquei conquistada rs E também não senti muito o amor dele com a Sra. Osgood, então o romance dos dois não me cativou. Só gostei da tensão e do climão mesmo hahahaha

Resumindo, o livro é um bom passatempo. Não teria lido ele pela sinopse e nem pela capa, mas valeu a pena a leitura. Recomendo para quem quer um livro para ler em uma viagem.

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